segunda-feira, maio 30, 2011

As Diabatz

Guitarra semi-acústica, contrabaixo, bateria, visual estiloso incluindo moicano e estampa de oncinha e uma vibe rockabilly e punk no ar... Estou falando das Diabatz, o power trio feminino brasileiro que faz um som psychobilly de qualidade.


A banda foi formada entre 2006 e 2007 em Curitiba, por Baby Rebbel (guitarra e vocal); Claudia Smith (baixo acústico) e Clau Sweet Zombie (bateria) com a idéia de fazer um psychobilly bem tradicional, diretamente inspirado em bandas dos anos 80 como The Meteors, The Cramps, Torment, entre outras.

Após o lançamento de um EP intitulado "Witches Stomp" as garotas tiveram a oportunidade de tocar em um importante festival na Espanha e logo após gravaram o album "Riding Through The Devil's Hill" (2009), que abriu várias portas, inclusive para as brasileiras tocarem em uma turnê européia que passou pela Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Espanha, Holanda, Itália, Suíça, Dinamarca e República Tcheca.

Em entrevista, a vocalista afirma que de cara gostou muito da cena psychobilly pela inexistência de causas políticas, diferente do punk por exemplo.

Enfim, estou meio sem inspiração para escrever, pois eu já tinha escrito esse post hoje, mas o Blogger deu conta de apagar tudo, então pra concluir eu gostaria de dizer que é por causa de bandas como As Diabatz, que eu ainda creio que o rock no Brasil tem esperança, e também preciso falar o quanto eu fico irritada quando as pessoas pensam que as únicas mulheres que fazem rock nesse país são a Pitty e as patricinhas, digo meninas, do Lipstick, gente, existe mais coisa além do que é passado na MTV.

domingo, maio 29, 2011

Top #5: Albuns de Riot Grrrl

Na lista que segue abaixo, vou falar um pouco de cada um dos cinco albuns que eu considero os melhores dentro do estilo Riot Grrrl (punk feminista, entre outras definições, se quiser conhecer mais leia).Meus critérios foram: bandas que passassem a idéia desse movimento através das letras e atitudes, sonoridade suja característica, bandas formadas na sua maioria por mulheres e obviamente também levei bastante em consideração meu gosto musical.

      Pretty On The Inside - Hole (1991)
Apesar de Courtney Love negar fazer parte do movimento Riot Grrrl, o Hole foi parte fundamental para a popularidade desse gênero.Tanto pela atitude, pelas letras e pelo som que eles faziam.Ainda mais nesse album; Pretty On The Inside, não foi o disco mais popular da carreira da banda, mas com certeza é o mais sujo e com letras mais agressivas, característica não tão presente nos albuns que vieram depois. Uma curiosidade interessante, é que ele foi produzido por ninguém mais ninguém menos do que Kim Gordon do Sonic Youth ao lado de Don Fleming do Gumball (banda grunge de Nova Iorque).

Download: MediaFire


4°   Girl Gathering - Dominatrix (1997)

O quarto album da lista é o Girl Gathering, primeiro album de estudio da banda brasileira Dominatrix, que em 1997 mostrou que as brasileiras também estavam ligadas em feminismo e punk rock.Formada em 1995 pelas irmãs Elisa e Isabela Gargiulo a banda com certeza é uma das maiores representantes do movimento riot grrrl aqui no Brasil (leia o post sobre Dominatrix aqui no blog).E eu considero esse album uma "biblia do riot grrrl", as letras são super direcionadas as garotas se unirem e lutarem por seus direitos.Sem falar que a sonoridade é muito boa, o tipo de punk/hardcore que faz qualquer um ter vontade de entrar na roda punk.Super recomendo esse album!

Download: 4Shared

terça-feira, maio 24, 2011

Gritaria Riot

Para quem gosta de riot grrrl, grunge e muitos berros! Minhas duas grandes inspirações:

Kat Bjelland SCREAMS


Courtney Love SCREAMS 


O nome das músicas está na descrição dos vídeos no youtube.

Criticas sobre elas não são bem vindas aqui.

terça-feira, maio 17, 2011

17 de Maio - Dia Contra Homofobia

Homofobia (homo= igual, fobia=medo) é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a lésbicas, gays, bissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições referem-se variavelmente a antipatia, desprezo, preconceito, aversão e medo irracional. A homofobia é observada como um comportamento crítico e hostil, assim como a discriminação e a violência com base em uma percepção de orientação não-heterossexual. Em um discurso de 1998, a autora, ativista e líder dos direitos civis, Coretta Scott King, declarou: "A homofobia é como o racismo, o anti-semitismo e outras formas de intolerância na medida em que procura desumanizar um grande grupo de pessoas, negar a sua humanidade, dignidade e personalidade."
Fonte: Wiki

Campanha Contra Homofobia de 2007
"Entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembléia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação entrou em vigor entre os países-membro das Nações Unidas em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade primeiro como pecado, depois como crime e, por último, como doença.

A homofobia se manifesta de diversas maneiras, e em sua forma mais grave resulta em ações de violência verbal e física, podendo levar até o assassinato de LGBT. Nestes casos, a fobia, essa sim, é uma doença, que pode até ser involuntária e impossível de controlar, em reação à atração, consciente ou inconsciente, por uma pessoa do mesmo sexo.A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação contra pessoas LGBT, por exemplo no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e na falta de políticas públicas afirmativas que contemplem LGBT. Infelizmente, também, os valores homofóbicos presentes em nossa cultura podem resultar em um fenômeno chamado homofobia internalizada, através da qual as próprias pessoas LGBT podem não gostar de si pelo fato de serem homossexuais, devido a toda a carga negativa que aprenderam e assimilaram a respeito.


Para tanto, o Dia 17 de Maio, além de relembrar que a homossexualidade não é doença, tem uma característica de protesto e de denúncia. No mundo inteiro, há um número crescente de atividades sendo realizadas neste dia."
Fonte: ABLGT

segunda-feira, maio 16, 2011

Conheça Tairrie B.


Nome: Theresa Beth
Nascida em 18 de janeiro de 1965 (Califórnia)

Começou sua carreira como rapper, além disso também participava de um grupo feminino chamado Bardeux.
Mas foi depois de 1995 que ela achou seu caminho na carreira do metal, formando a banda Manhole (que depois virou Tura Satana), My Ruin e The LVRS.

Eu não conhecia muitos musicos que passaram de estilos musicais tão diferentes e obtiveram sucesso mesmo assim, por isso achei interessante postar aqui, abaixo estão os vídeos para quem ficou interessado em escutar essa viagem do pop ao metal de Tairrie B.

quinta-feira, maio 12, 2011

Feminismo X Femismo: Aprenda antes de falar


Desde que comecei a ler sobre feminismo, e consequentemente a falar sobre esse assunto, sempre tem um ponto que causa bastante polemica.Muitas pessoas criticam o feminismo dizendo se tratar de um movimento oposto ao machismo que prega a superioridade da mulher, um engano.O feminismo é totalmente contra qualquer sexismo e reinvindica os direitos femininos atraves de uma igualdade.O que na verdade as pessoas pensam que é feminismo, se trata do FEMISMO.

Então, para que todos entendam:

Feminismo é um movimento de origem europeia que luta pelo direito igual entre os dois sexos (feminino e masculino), sua inteção é que sejamos todos iguais, anti sexismos, sem qualquer diferença em função do seu orgão sexual.
Todos somos seres humanos independentemente de sermos machos ou fêmeas.

Femismo é um oposto e ao mesmo tempo sinônimo do machismo, acredita que as mulheres são superiores e os homens tem que fazer tudo à seu favor, enquanto elas vivem lindas e belas dentro de seus vestidos e sapatos de marca. É sexismo.
Sendo assim, é oposto ao feminismo.

domingo, maio 08, 2011

Jack Off Jill

Jack Off Jill foi uma banda americana de rock alternativo formada na Flórida em 1992.No decorrer dos oito anos de atividade muitos integrantes diferentes completaram a formação, mantendo remanescentes Jessicka Fodera (vocalista, mais conhecida apenas por Jessicka) e Robin Moulder (baixista).

 
Um dos responsáveis pelo conhecimento da banda foi Marilyn Manson, que após escuta-los passou a "apadrinha-los", conseguindo shows para eles abrirem e produzindo suas primeiras demos. O quarteto tornou-se rapidamente uma das bandas mais empolgantes e controversas, abrindo show para grupos femininos de renome como Joan Jett, L7, Tribe 8 e Lunachicks.

O primeiro album, Sexless Demons and Scars foi lançado em 1997 pelo selo Risk Records e produzido por Don Fleming (co produtor do primeiro album do Hole, Pretty on the Inside).