quarta-feira, dezembro 05, 2018

Jinjer

Esse final de ano está muito especial para o rock e o metal protagonizado por mulheres aqui no Brasil. Além do L7, outra banda que fará shows por aqui esse mês é a ucraniana Jinjer, que amanhã estará em Porto Alegre, dia 07 em Limeira e dia 08 em São Paulo. 

A banda de metalcore formada em 2009 incorpora elementos do death metal, rock progressivo e nu metal. Ganhou destaque em parte por vencer em 2013 e 2016 o Best Ukrainian Metal Act, premiação realizada pelo selo ucrâniano InshaMuzyka. Em 2016, a banda também é premiada com o melhor vídeo musical, com a música "I Speak Atronomy". Além do instrumental que é extremamente bem executado, o destaque vai para a vocalista Tatiana Shmailyuk, que alterna entre um vocais limpos e guturais. A formação atual da banda também conta com Eugene Abdiukhanov (baixo),  Roman Ibramkhalilov (guitarra) e  Vlad Ulasevich (bateria). 

sábado, dezembro 01, 2018

L7 - Discografia Comentada

Após vinte e cinco anos do show histórico do L7 em terras brasileiras, no Hollywood Rock, (roubando a cena até da atração principal, que era Nirvana) elas finalmente estão de volta! A banda que retornou à ativa em 2014, com a sua formação mais clássica: Donita Sparks, Suzi Gardner, Dee Plakas e Jennifer Finch, tocará na próxima semana em cinco capitais brasileiras. (Estou escrevendo isso quase chorando de emoção e tristeza pois não poderei vê-las!)

Para relembrar a trajetória dessa banda ícone do riot grrrl, e familiarizar mais o som delas com aqueles que só conhecem "Pretend We're Dead", escreverei um pouco sobre cada álbum. 

quarta-feira, novembro 28, 2018

Mulamba

Mulamba é uma banda curitibana que com letras fortes e temas contundentes aliados às vozes dissonantes e a poética do MPB são como um grito daquelas que foram silenciadas. O sexteto é formado por Amanda Pacífico (voz), Cacau de Sá (voz), Caro Pisco (bateria), Érica Silva (baixo, guitarra e violão), Fer Koppe (violoncelo) e Naíra Debértolis (guitarra, baixo e violão) e ficou conhecido por músicas intensas como "P.U.T.A" (não consigo escutar essa música sem me arrepiar) e "Mulamba". Esse ano vivi a experiência de vê-las ao vivo e foi um momento muito especial, fiquei emocionada o show inteiro ao sentir a força do feminino, com a presença, a força e o talento dessas mulheres. 

segunda-feira, novembro 26, 2018

Bia Ferreira

Das preciosidades musicais que encontramos no nosso país, está a Bia Ferreira. Multi-instrumentista e dona de uma voz potente, nas suas músicas Bia dá protagonismo ao feminismo e à mulher negra. 
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"Artista do ghetto, sua música fala de uma realidade mais que secular e que a sociedade insiste em não enxergar. Ela rima, se envolve, cria, recria e dissolve… os paradigmas e a ilusão, expõe as mazelas do mundo, o preconceito e a discriminação. Ela canta pra despertar a consciência e transformar o mundo."

"Com uma sonoridade que mescla diversos estilos musicais como o Jazz, Blues, Soul, o Samba e a MPB, Bia Ferreira traz também a raíz da música negra incorporando o RAP e o beat box, numa interpretação sonora singular. De Aracaju, para o mundo, a artista ficou conhecida após uma apresentação na Avenida Paulista, em São Paulo, quando um vídeo gravado no celular, foi compartilhado nas redes sociais, mostrando ao mundo toda a potência de sua voz e militância." (Fonte NA-NU

Mais do que as palavras só escutando para sentir o poder dessa mulher! 

Fémina

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Fémina é uma banda argentina que mescla folk, hip hop, rap e fusion com letras poéticas que abordam temas como feminismo, folclore, amor e união. Formada em 2004 pelas irmãs Clara "Wewi" Trucco, Sofía "Toti" Trucco e a amiga Clara Miglioli, o trio se mantém em ascensão até os dias atuais, tendo participado recentemente do Sydney Festival na Austrália. A discografia conta com dois álbuns oficiais, "Deshice de mi" de 2011 e "Traspasa" de 2014. O trabalho mais atual delas é a música "Brillando", lançada em outubro desse ano. Confiram abaixo o vídeo de uma das minhas preferidas delas "Mi Eje" ao vivo na KEPX.


sexta-feira, novembro 16, 2018

Rap Plus Size

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Revivendo o Girl Unity, após uns meses adormecido, com essas pesadonas maravilhosas!
Comecei a prestar mais atenção no rap há mais ou menos um ano e obviamente fui atrás do som das minas que fazem rap. Uma das primeiras músicas desse estilo que me deixaram muito impactada e empolgada foi "Machocídio", fui pesquisar as MCs que fizeram parte e foi aí que descobri a dupla Rap Plus Size, formado pela Issa Paz e Sara Donato. Após anos de amizade, as duas se juntaram para fazer o álbum Rap Plus Size, o disco tem 13 faixas e mescla elementos da música periférica brasileira que vão do funk ao Hip Hop de raiz. As letras abordam questões como gordofobia, feminismo, racismo, Rap e empoderamento da mulher periférica fora dos padrões, afirmando e valorizando a autonomia da mulher que luta, sem deixar de mergulhar nas influências externas que compõe as próprias vivências. Além disso o álbum traz outros nomes femininos do rap nacional como Souto MC, Preta Rara e Luana Hansen.

segunda-feira, abril 23, 2018

Quando eu fui apagada da minha própria vida

Hesitei muito em escrever sobre isso aqui, não acho legal me expor e muito menos reviver momentos tão ruins da minha vida. Porém nos últimos dias sentimentos e pensamentos ruins tem se apoderado da minha mente e pensei que talvez desabafar poderia ajudar. Estou falando mais especificamente sobre um relacionamento abusivo que eu vivi. 



Não sei para quem estou escrevendo e meu maior objetivo nesse momento não é nem ser lida mas apenas escrever, por tanto, antes de ler meu relato, levar em consideração o quanto é difícil pra mim mostrar um lado tão fraco meu, não julguem sem antes saber como uma relação abusiva se forma. Em momento algum eu gostei de sofrer ou de ser mal tratada, não existe amor ou sentimento algum que faça a pessoa gostar disso, existem sim circunstâncias que levam a isso e manipulação psicológica.

Na época que eu me envolvi com essa pessoa, eu estava há cerca de um mês apenas solteira, eu estava sempre saindo porque não conseguia me sentir bem sozinha, lembrando agora parecia que eu estava em uma fase boa apesar de tudo, porém a maneira como esse cara entrou na minha vida e conseguiu ser tão manipulador comigo fazem eu pensar que eu na verdade não estava tão bem comigo mesma quanto eu pensava.

quarta-feira, dezembro 13, 2017

Sinaya

Sinaya é uma banda de death metal fundada em 2010 na cidade de São Paulo por Mylena Monaco. Em 2013, gravaram o primeiro EP titulado "Obscure Raids" contendo 4 faixas, que teve uma grande repercussão nacional devido a ótima execução e composição musical. Em 2015, gravaram o primeiro single/videoclipe, chamado "Buried by Terror", que também foi muito bem recebido nacional e internacionalmente, mostrando uma grande evolução musical. Ao longo da trajetória da banda, já dividiram o palco com o Exodus (EUA), Vader (POL), Amon Amarth (SUE), Abbath (NOR), Sadistic Intent (EUA), Hatchet (EUA), Ratos de Porão (SP), Claustrofobia (SP), Torture Squad (SP), entre outros grandes nomes do metal nacional e internacional. Sinaya é formada por Mylena Monaco (vocal e guitarra), Renata Petrelli (guitarra), Camila Toledo (baixo) e Cynthia Tsai (bateria).

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terça-feira, dezembro 12, 2017

Uma homenagem à Cherry Sickbeat


Cherry Taketani, também conhecida como Cherry Sickbeat nos deixou no dia 3 de dezembro desse ano, vítima de um câncer, porém seu legado na música e sua influência para uma geração de garotas brasileiras que se inspiraram para tocar ao vê-la, vai permanecer por muito tempo. Como forma de uma singela homenagem póstuma, preparei essa postagem falando sobre sua carreira e legado. 


Cherry tocava guitarra no NervoChaos e no HellSakura, passou também pelo Hats, como baterista mas foi no vocal do Okotô que se tornou figura emblemática. O Okotô começou no meio dos anos 1980, em Campinas, interior de São Paulo, fazendo um som diferente, com instrumentos japoneses e umas pirações. Aos poucos a banda enveredou para o rock de garagem, e, de repente, virou uma das mais inflamadas dos anos 90. Foi quando eles lançaram o álbum Monstro (1993), um clássico. A Cherry era baixinha, mas tinha uma presença tão forte que botava banca no rolê. Nas antigas, andava de skate na Praça Roosevelt no maior style, e chegou a ter um problema no joelho resultante da prática. Todas as bandas das quais ela participou eram muito boas, transitando entre o garage, o punk e o metal. Entrava moda e saía moda, Cherry sempre representava no visual headbanger-skater-punk, orgulhosa de suas referências e sua cultura, direto impactando com uns cabelos, makes, botas, jaquetas e calças muito legais. Roqueira guerreira, como costumam dizer dela os amigos próximos.

Crucifyce


Crucifyce é uma banda de death metal formada em Uberaba, MG em 2012. Influenciadxs por bandas como Suicide Silence, Infant Annhilator, Slayer, Arch Enemy e Death, eles fazem um som autoral, com letras agressivas abordando temas como guerra, perversidade humana e problemas sociais, escritas em português e inglês. O resultado pode ser conferido nos dois álbuns já lançados, Freedom Is Gone (2016) e Human Waste (2017). Crucifyce é formada por Tayssa (vocal),  Carlos (guitarra), Henrique  (baixo), Mayron (bateria) e João Victor (guitarra). 

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sexta-feira, outubro 27, 2017

Leather Daddy


Leather Daddy é uma banda vinda da cena punk/hardcore de Boston. É formada por Lauren (vocal), Sophie (bateria), Anna (guitarra) e Cecelia (baixo). Bandcamp / Facebook

terça-feira, outubro 17, 2017

Bleached

Fonte da foto: Facebook
Bleached é uma banda de pop punk, com influências de indie, rock alternativo e indie pop. Foi formada em 2011, na cidade de Los Angeles pelas irmãs Jennifer e Jessica Clavin (respectivamente, vocalista e guitarrista) e por Micayla Grace e Nick Pillot (baixista e baterista). Além de cinco EPs, a banda tem dois "full" álbuns, "Ride Your Heart" (2013) e "Welcome the Worms" (2016). Já adicionei alguma das minhas preferidas delas na playlist do blog no Spotify (assim como tudo que passa por aqui).

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Tacocat

Tacocat é uma banda de pop punk formada em Seattle, Washington por Emily Nokes, Bree McKenna, Lelah Maupin e Eric Randall. A maioria das músicas tem uma temática feminista usando humor e sarcasmo (assim como a Mommy Long Legs, que já mostrei aqui). A banda foi formada em 2007 mas foi em 2014 com o segundo álbum "NVM" que ganharam maior popularidade. O lançamento mais recente foi álbum "Lost Time" (2016), terceiro da banda. E só pra não ficar de fora, o primeiro álbum, "Shame Spiral" também é muito bom, e é o único que tem todas as faixas liberadas para escutar no bandcamp. Vídeos abaixo!

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sexta-feira, outubro 13, 2017

The Nurse

Após a primeira wave do punk rock nos anos 70, a década de 80 foi marcada pelo surgimento de diversas bandas que inspiradas pelo punk começaram a tocar um som mais rápido e agressivo, chamado de hardcore. Porém para as mulheres ao redor do mundo ainda era muito difícil entrar nessa cena e é isso que torna a banda japonesa The Nurse tão especial. Nurse surgiu no início da década de 80 em Tokyo e acho que posso dizer que foi a primeira banda feminina de hardcore/punk do Japão e talvez uma das primeiras no mundo. Elas gravaram dois EPs, ナース (1983) e Nurse II (1984) e os dois estão no youtube para quem quiser escutar. 

sexta-feira, setembro 29, 2017

Rakta

Rakta é um power trio paulistano formado em 2011. Apesar de muitas vezes ser definido como postpunk, o som das minas vai além, elas exploram uma atmosfera ritualística, cheia de energia feminina e significados. Devido a tamanha originalidade e talento, a banda ultrapassou fronteiras e ganhou reconhecimento no exterior e agregaram à sua bagagem duas turnês internacionais, passando pela Europa, Japão, Canadá, EUA, México e Colômbia além de uma incrível participação na Rádio KEXP de Seattle (confira o vídeo abaixo). A partir do segundo álbum, intitulado III e lançado ano passado, a guitarra sai de cena e torna o som e o conceito artístico da banda ainda mais experimental. 
Rakta é Paula Rebellato (voz e teclados), Carla Borega (baixo) e Nathalia Viccari (bateria).

sexta-feira, setembro 15, 2017

Mommy Long Legs

Foto: Allyce Andrew. Fonte: Facebook 

Nos últimos anos a cena musical da "antiga capital do grunge", Seattle, tem nos presenteado com várias bandas feministas de altíssima qualidade como Chastity Belt, Tacocat, Childbirth e Mommy Long Legs, e em breve pretendo reservar um espaço aqui para cada uma delas, mas hoje quero falar mais sobre a última. Mommy Long Legs é uma banda que de cara já captou minha atenção, elas têm um som diferenciado que mescla punk rock, riot grrrl e garage rock. A banda tem como foco o feminismo mas com um estilo bem humorado que pode ser notado nas letras e nas suas performances cheias de glitter. Discografia: "Life Rips" (2015),  EP "Assholes" (2015) e "Rock Product", lançado esse ano. 

Mommy Long Legs é formada por Lilly Morlock no vocal e guitarra, Cory Budden na bateria, Leah Miller no baixo e Melissa Kagerer na guitarra.


terça-feira, setembro 12, 2017

Fluffy


FLUFFY é uma banda de punk rock tradicional que esteve na ativa entre 1994 e 1998. Formada em Londres a formação mais consistente da banda contava com a vocalista e guitarrista Amanda E. Rootes, a guitarrista Bridget Jones, a baterista Angie Adams e a baixista Helen Storer. Durante os quatro anos foram lançados alguns EPs e um álbum "Black Eye" (1996) que soa muito bem, muito verdadeiro e com a essência do punk o que causa uma tristeza em saber que a banda logo depois acabou. Porém as integrantes continuaram tocando em outros projetos, Helen Storer chegou a participar da "finaleira" da banda Jack Off Jill, em 2000, depois tocou na banda Fireball Ministry e no projeto solo do Duff McKagan, Loaded, além de diversos outros projetos. A vocalista Amanda Rootes formou a banda Harlow, que participou de um reality na televisão chamado Bands on the Run. A baterista Angie Adams e a guitarrista Bridget Jones formaram outra banda feminina, Darling.

sexta-feira, setembro 08, 2017

Beyond Pink


Beyond Pink é uma banda de punk/hardcore formada em 2001 na Suécia. Influenciadas primeiramente pelo movimento riot grrrl com o tempo as meninas também foram incorporando influências de crust e hardcore. Beyond Pink é uma das bandas na ativa mais antigas na cena punk sueca e já são vários trabalhos lançados: os EPs "Cunt-oh-licious" (2001) e "Try this at home kids" (2005) e os álbuns, "Jedan dva, jedla te ja"(2004),"The new black"(2010), "Pride and Prejudice" (2012) e "Against The Universe" (2015). Em Junho do ano passado elas fizeram um post na página oficial da banda no facebook comunicando que a banda não havia terminado, que elas estavam ensaiando com uma nova baixista mas que fariam uma pausa pois duas integrantes estavam grávidas. Sendo assim, esperamos ver logo logo essas moças de volta à ativa! 

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segunda-feira, setembro 04, 2017

Las Ultrasónicas

LAS ULTRASÓNICAS é uma banda de garage/punk rock formada em 1996 no México. "Yo Fui Una Adolescente Terrosatanica" é o primeiro álbum, lançado em 2000, seguido por "Vente En Mi Boca" (2001), "Oh Si Mas Mas!" (2002), "Cruzando La Pinche Frontera" (2005) e "Corazon Rocker" (2007). A última formação da banda conta com Jenny Bombo, Ali Gua Gua e Roxxxy. 


sexta-feira, setembro 01, 2017

Le Butcherettes

Banda de garage punk formada em 2007 em Guadalajara, México pela vocalista e guitarrista Teri Gender Bender. Além de Teri, atualmente a banda é composta por Riko Rodríguez-López (guitarra, sintetizadores),  Alejandra Robles Luna (bateria) e Marfred Rodríguez-López (baixo). Teri tem uma presença de palco incrível e um timbre marcante e tem sido comparada com as grandes Björk, Siouxsie Sioux e Karen O. Músicas como "I'm getting sick of you" também me fazem lembrar PJ Harvey. Com todas essas referências maravilhosas convido vocês a escutarem Le Butcherettes! 

Discografia

quinta-feira, agosto 31, 2017

She Devils

Foto: Pepe Caceres / Fonte: MySpace
Banda feminina de punk rock formada em Buenos Aires, Argentina em 1995. She Devils é composta por Patricia Pietrafiesa (baixo e vocal), Pilar Arrese (guitarra) e Inés Laurencena (batera). Patricia Pietrafiesa já foi baixista da histórica banda punk argentina Cadaveres de Niños e foi a responsável pela publicação de "Resistencia", o primeiro fanzine punk da Argentina. O trio tem quatro EPs, splits e dois álbuns, "La Piel Dura" (2000) e "Horario Invertido" (2007). As integrantes tocam paralelamente em uma banda que mistura cumbia e punk, Kumbia Queers.

quarta-feira, agosto 30, 2017

Pata

Pata é um trio com influências de punk rock e grunge formado em 2015 em Belo Horizonte (MG). Lúcia Vulcano é a vocalista, guitarrista e compositora, Luis Friche é o baixista e Rudney Carneiro, baterista. Esse mês a banda lançou seu primeiro EP, "wild and cabeluda" composto por quatro músicas que por vezes soam agressivas e contestadoras como "poor little rich kid" mas também melancólicas, como "adulthood", elementos que deixam ainda mais clara a influência grunge do trio.

terça-feira, agosto 29, 2017

Team Dresch


Team Dresch é uma banda de punk/riotgrrrl formada em 1993 em Olympia. A banda tem significativa importância para o movimento queercore, ao qual deu voz através de zines e músicas na comunidade LGBT e na subcultura punk. Donna Dresch, fundadora da banda, esteve envolvida nessa cena desde a década de 80. Além de Donna na guitarra e baixo, a banda era formada por Jody Bleyle, vocal, guitarra e baixo, Kaia Wilson, vocal e guitarra e Marcéo Martinez, bateria. "Personal Best", lançado em 1995, foi o primeiro álbum da banda e tornou-se um clássico do queercore. O segundo e último álbum foi "Captain My Captain" (1996), com a baterista Melissa Work no lugar de Marcéo.


segunda-feira, agosto 28, 2017

Huggy Bear

Huggy Bear é uma das representantes britânicas do riot grrrl que apesar do seu curto tempo de vida deixou sua marca registrada nesse movimento. Formada em 1991 em Londres, a banda era composta por Niki Elliott (baixo e vocal),  Jo Johnson (guitarra e vocal), Karen Hill (bateria), Chris Rowley (vocal, trompete e piano) e Jon Slade (guitarra). 
Em 1992 é lançado o primeiro EP, "Rubbing the Impossible to Burst", e nesse mesmo ano, com a crescente popularidade do movimento riot grrrl a banda começa a se aproximar da banda Bikini Kill, o que culmina em um Split, intitulado "Our Troubled Youth/Yeah Yeah Yeah Yeah".  Depois desse split foram lançados uma série de EPs, reunidos no álbum "Taking the Rough with the Smooch" (1993). E em 1994 é lançado "Weaponry Listens to Love", o último trabalho da Huggy Bear. Os membros seguiram tocando em outros projetos. 

sexta-feira, agosto 25, 2017

Uncle Ray


Uncle Ray é uma banda de powerviolence/grindcore com vocal feminino do Canada. O  primeiro álbum "II" foi lançado esse ano e está disponível no Youtube e Bandcamp da  banda.